Promover a aprendizagem do aluno é aproveitar situações encontradas no próprio dia- a- dia do aluno. Situações estas que, ele vivência diariamente no trajeto da casa até a escola e vice-versa ou no passeio aos redores do próprio bairro, descobrindo outras formas, cores e escritas... Momentos que podem criar situações de mediação de trocas de ideias.
Foi o que aconteceu nesta semana, ao percorrermos o trajeto até a casa de uma aluna, para registrar através de foto sua casa e assim dar andamento no projeto de sala de aula, na identificação das cores, formas de compreensão de conceitos de perto longe, antes, depois, diferenciação entre números e letras etc...
Na exploração do lugar como um todo diferentemente do primeiro passeio realizado no lado oposto da vila, este permitia discutir as diferenças entre o que é bonito e feio, como deixar bonito, como cuidar... Noções de higiene ambiental puderam ser trabalhadas de maneira prática, pois a exemplificação era real, não as menosprezando, mas fazendo ver que é possível mudar, que não é preciso viver numa situação precária e jogada a própria sorte, acredito que isto é educar para o social, é preciso que se mudem as “questões de cultura” eu diria até é uma questão de falta de auto-estima, passada de geração em geração, que se a escola não mediar não desfazer para reconstruir podem passar mais vinte anos, momento das novas gerações e o lugar continuará sendo o mesmo, é preciso encontrar a vontade de mudar, quer queira quer não a escola também propaga atos políticos, de direitos e deveres.
Portanto a avaliação da nossa prática esta no ato de pensar e falar de nossos alunos, questionadores e ou alheios a situações, ou seja, nossos alunos refletem um pouco de nós, se somos acomodados formaremos sujeitos submissos se ao contrário amamos o trabalho e o conduzimos em parceria com as indagações de nossos alunos estaremos contribuindo para alunos com senso crítico e autonomia.
Consegui ter a oportunidade de experimentar o conhecimento empírico e do conhecimento sistematizado proporcionado em sala de aula, um destes momentos a Educação para o Trânsito, desenvolvida no ano anterior com a professora da Educação Infantil, turma em que os alunos freqüentaram anteriormente a este, sendo assim foi possível ver o quanto uma aprendizagem pode ou não ser significativa e permanente para o aluno e, ainda o quanto ela servirá para futuras aprendizagens...
Nas palavras de Freire, que o ato de ensinar está justamente ao ensinar, “não como um burocrata da mente, mas reconstruindo os caminhos de sua curiosidade — razão por que seu corpo consciente, sensível, emocionado, se abre às adivinhações dos alunos, à sua ingenuidade e à sua criatividade — o ensinante que assim atua tem, no seu ensinar, um momento rico de seu aprender. O ensinante aprende primeiro a ensinar, mas aprende a ensinar ao ensinar algo que é reaprendido por estar sendo ensinado”
Neste momento constatei que toda oportunidade dada aos alunos de experimentarem novos conhecimentos de forma lúdica é muito mais relevante do que ficar quatro horas retido dentro de uma sala de aula, ou melhor, dentro de quatro paredes, e desprezando muitas vezes o mundo, ou melhor, a leitura de mundo que os alunos vivenciam fora da escola.
Ir além dos muros da escola é buscar justamente combinar situações de vivências dos educandos para que, eles mais tarde ao transformar estas vivências em educação sistematizada possam melhorar sue entorno garantida através de uma educação para o social.
Referencia:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142001000200013
Foi o que aconteceu nesta semana, ao percorrermos o trajeto até a casa de uma aluna, para registrar através de foto sua casa e assim dar andamento no projeto de sala de aula, na identificação das cores, formas de compreensão de conceitos de perto longe, antes, depois, diferenciação entre números e letras etc...
Na exploração do lugar como um todo diferentemente do primeiro passeio realizado no lado oposto da vila, este permitia discutir as diferenças entre o que é bonito e feio, como deixar bonito, como cuidar... Noções de higiene ambiental puderam ser trabalhadas de maneira prática, pois a exemplificação era real, não as menosprezando, mas fazendo ver que é possível mudar, que não é preciso viver numa situação precária e jogada a própria sorte, acredito que isto é educar para o social, é preciso que se mudem as “questões de cultura” eu diria até é uma questão de falta de auto-estima, passada de geração em geração, que se a escola não mediar não desfazer para reconstruir podem passar mais vinte anos, momento das novas gerações e o lugar continuará sendo o mesmo, é preciso encontrar a vontade de mudar, quer queira quer não a escola também propaga atos políticos, de direitos e deveres.
Portanto a avaliação da nossa prática esta no ato de pensar e falar de nossos alunos, questionadores e ou alheios a situações, ou seja, nossos alunos refletem um pouco de nós, se somos acomodados formaremos sujeitos submissos se ao contrário amamos o trabalho e o conduzimos em parceria com as indagações de nossos alunos estaremos contribuindo para alunos com senso crítico e autonomia.
Consegui ter a oportunidade de experimentar o conhecimento empírico e do conhecimento sistematizado proporcionado em sala de aula, um destes momentos a Educação para o Trânsito, desenvolvida no ano anterior com a professora da Educação Infantil, turma em que os alunos freqüentaram anteriormente a este, sendo assim foi possível ver o quanto uma aprendizagem pode ou não ser significativa e permanente para o aluno e, ainda o quanto ela servirá para futuras aprendizagens...
Nas palavras de Freire, que o ato de ensinar está justamente ao ensinar, “não como um burocrata da mente, mas reconstruindo os caminhos de sua curiosidade — razão por que seu corpo consciente, sensível, emocionado, se abre às adivinhações dos alunos, à sua ingenuidade e à sua criatividade — o ensinante que assim atua tem, no seu ensinar, um momento rico de seu aprender. O ensinante aprende primeiro a ensinar, mas aprende a ensinar ao ensinar algo que é reaprendido por estar sendo ensinado”
Neste momento constatei que toda oportunidade dada aos alunos de experimentarem novos conhecimentos de forma lúdica é muito mais relevante do que ficar quatro horas retido dentro de uma sala de aula, ou melhor, dentro de quatro paredes, e desprezando muitas vezes o mundo, ou melhor, a leitura de mundo que os alunos vivenciam fora da escola.
Ir além dos muros da escola é buscar justamente combinar situações de vivências dos educandos para que, eles mais tarde ao transformar estas vivências em educação sistematizada possam melhorar sue entorno garantida através de uma educação para o social.
Referencia:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142001000200013

Um comentário:
Maravilhoso teu trabalho, Cida! é encantador sentir tua satisfação em realizar essa prática. Abracitos pedagógicos!
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